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	<title>Deep Reefs . Mapeamento da biodiversidade dos habitats marinhos de profundidade</title>
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	<description>Um projecto de cooperação pela biodiversidade</description>
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		<title>mergulhos a +1500m?&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 18:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o grande desenvolvimento tecnológico a que temos vindo a assistir nas últimas décadas e que tem facilitado o progresso científico a nível mundial, hoje em dia é possível visitar até o mais fundo dos leitos marinhos! No projecto Europeu &#8220;Coral Fish&#8220;, no qual participa o instituto Português IMAR, que reúne especialistas de várias áreas científicas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o grande desenvolvimento tecnológico a que temos vindo a assistir nas últimas décadas e que tem facilitado o progresso científico a nível mundial, hoje em dia é possível visitar até o mais fundo dos leitos marinhos!</p>
<p>No projecto Europeu &#8220;<a href="http://eu-fp7-coralfish.net/" target="_blank">Coral Fish</a>&#8220;, no qual participa o instituto Português IMAR, que reúne especialistas de várias áreas científicas e tecnológicas para estudar a interacção entre os peixes, a pesca e os corais de águas frias, os fundos marinhos do Atlântico têm sido explorados, estudados e documentados em video e em fotografia.</p>
<p>Na expedição científica BobEco, realizada em Setembro de 2011 a bordo do navio oceanográfico <em>Pourquois Pas?</em> do<em> Institut Français de Recherche pour l&#8217;Exploitation de la Mer</em> &#8211; <a href="http://wwz.ifremer.fr/institut_eng/The-Institute" target="_blank">IFREMER</a>, foi possível descobrir magníficos jardins de coral e de esponjas, com peixes, crustáceos, ouriços do mar e  outros organismos, muito abaixo das profundidades máximas onde os mergulhadores alguma vez chegaram.</p>
<p>Mas como se chega tão fundo e para quê?</p>
<p>Apesar de ser possível, ainda não é fácil e é extremamente dispendioso. Podem utilizar-se veículos tripulados ou veículos operados remotamente (ROV), câmaras de filmar rebocadas e uma infinidade de aparelhos de medição e de recolha de dados. Os equipamentos que suportam a elevada pressão que se faz sentir no fundo do mar, os cabos muito compridos que se utilizam para os aparelhos que operam junto ao fundo ligados ao navio-mãe (como é o caso dos ROV e das câmaras de vídeo, entre outros), os guinchos, sondas e aparelhos de posicionamento com elevada precisão, juntamente com o trabalho e acompanhamento de equipas técnicas especializadas, permitem alançar grandes profundidades. Na expedição BobEco alcançaram-se profundidades superiores a 1500m com o ROV Victor 6000!</p>
<p>Mas até aqui, onde a escuridão é permanente e onde os animais coloridos só são visíveis quando iluminados pelas fortes luzes do ROV, os efeitos negativos da pesca excessiva e da poluição são visíveis: Em muitos mergulhos foram avistadas zonas de coral destruídas por métodos de pesca que envolvem arrastar no fundo pesadas redes e correntes, assim como sacos de plástico e outros objectos lançados ao mar.</p>
<p>Os habitats marinhos profundos, incluindo os frágeis corais de águas frias e todos os outros animais que ali se refugiam e encontram alimento, estão sujeitos também aos impactos negativos da prospecção de hidrocarbonetos (petróleo e gás) e da exploração de depósitos de minerais, cuja procura internacional é sempre elevada. Além disso, oscilações climáticas podem provocar alterações ao nível da fisiologia e do fornecimento de alimento aos organismos que ali vivem. Aumentos na temperatura da água do mar também são uma ameaça directa aos corais de águas frias e a todos os outros organismos calcários, pois, ao levarem a um aumento da dissolução do dioxido de carbono na água do mar, fazem com que esta se torne mais ácida, o que provoca a dissolução do esqueleto de calcário desses organismos.</p>
<p>Alguns peixes que habitam estas zonas profundas dos oceanos podem viver mais de 150 anos e muitos corais são ainda mais antigos! Isto significa que crescem muito devagar e algumas espécies só começam a reproduzir-se com mais de 50 anos de idade. Se os peixes e crustáceos de desenvolvimento lento forem pescados antes de se reproduzirem, e se os frágeis habitats marinhos como corais forem sistematicamente destruidos, não têm oportunidade para se regenerar e para recuperar as suas populações, levando a um declínio acentuado e a graves desequilíbrios no ecossistema.</p>
<p>Estas preocupações têm motivado vários cientistas em todo o mundo a juntarem esforços de investigação e de conservação em regiões remotas dos oceanos, incluindo os fundos marinhos.</p>
<p>Alguns investigadores portugueses participaram nesta expedição, incluindo uma investigadora do CCMAR. Experiências como esta contribuem grandemente para a partilha e para o aumento do conhecimento científico.</p>
<p>Para saber mais sobre este projecto e assuntos relacionados visite:</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://eu-fp7-coralfish.net/">http://eu-fp7-coralfish.net/</a></strong></span></p>
<p><a href="http://coralfish.wordpress.com/cruise-overviews/bobeco-%E2%80%93-scientific-blog-leg-1-english-version/" target="_blank">Scientific Blog</a></p>
<p><a href="http://www.eu-hermione.net/">http://www.eu-hermione.net/</a></p>
<p><a href="http://www.ifremer.fr/comarge/en/">http://www.ifremer.fr/comarge/en/</a></p>
<p><a href="http://www.meshatlantic.eu/">http://www.meshatlantic.eu/</a></p>
<p><a href="http://www.condor-project.org/">http://www.condor-project.org/</a></p>
<p><a href="http://www.horta.uac.pt/projectos/marov/index1.html">http://www.horta.uac.pt/projectos/marov/index1.html</a></p>
<p><a href="http://www.biomareweb.org/">http://www.biomareweb.org/</a></p>
<p><a href="http://www.campanhasmarbis.org/">http://www.campanhasmarbis.org</a></p>
<p><strong><span style="color: #000000;"><br />
</span></strong></p>
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		<title>Relatório não técnico de 2011 já disponível!</title>
		<link>http://www.deepreefs.com/relatorio-nao-tecnico-de-2011-ja-disponivel/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 16:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Download através deste link: relatorio01_deepreefs2011 Disponível para download o relatório de 2011 elaborado para o fundo INAQUA! Este recurso é gratuito e  contribui para dar a conhecer em mais detalhe as atividades levadas a cabo pelo projeto Deep Reefs em 2011, assim como algumas das atividades planeadas para 2012. Aqui fica o índice do relatório: Introdução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Downloa</em>d através deste <em>link</em>:<em><strong><span style="color: #ff0000;"> <a href="http://www.deepreefs.com/wp-content/uploads/2012/01/relatorio01_deepreefs2011_novo_versao_online_net.pdf">relatorio01_deepreefs2011</a></span></strong></em></p>
<p>Disponível para <em>download</em> o relatório de 2011 elaborado para o fundo INAQUA!</p>
<p>Este recurso é gratuito e  contribui para dar a conhecer em mais detalhe as atividades levadas a cabo pelo projeto Deep Reefs em 2011, assim como algumas das atividades planeadas para 2012.</p>
<p>Aqui fica o índice do relatório:</p>
<div id="_mcePaste">Introdução e objetivos</div>
<div id="_mcePaste">1.1. Importância do projeto Deep Reefs</div>
<div id="_mcePaste">2. Parceiros</div>
<div id="_mcePaste">2.1. Apoios</div>
<div id="_mcePaste">3. Resumo das atividades</div>
<div id="_mcePaste">3.1. Atividades de campo e de laboratório</div>
<div id="_mcePaste">4. Resumo dos resultados</div>
<div id="_mcePaste">4.1. Locais de estudo visitados</div>
<div id="_mcePaste">4.2. Dados e descobertas preliminares</div>
<div id="_mcePaste">5. Divulgação do projeto</div>
<div id="_mcePaste">6. Resumo dos <em>deliverables</em></div>
<div id="_mcePaste">7. Problemas encontrados</div>
<div id="_mcePaste">8. Relatório financeiro intercalar</div>
<div id="_mcePaste">9. Ações planeadas</div>
<div>10. Referências</div>
<div>11. Anexos</div>
<div>Agradecimentos</div>
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		<title>Trabalho de laboratório!</title>
		<link>http://www.deepreefs.com/trabalho-de-laboratorio/</link>
		<comments>http://www.deepreefs.com/trabalho-de-laboratorio/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 16:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o final do Verão de 2011 que os investigadores do projecto Deep Reefs andam ocupados com a identificação das amostras recolhidas durante os 15 mergulhos que já foram feitos pela equipa de mergulhadores da associação ENTRADA. Já temos 29 espécies identificadas, que pertencem a 28 géneros diferentes, e outros 10 géneros identificados, de grupos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o final do Verão de 2011 que os investigadores do projecto Deep Reefs andam ocupados com a identificação das amostras recolhidas durante os 15 mergulhos que já foram feitos pela equipa de mergulhadores da associação ENTRADA.</p>
<p>Já temos 29 espécies identificadas, que pertencem a 28 géneros diferentes, e outros 10 géneros identificados, de grupos taxonómicos tão variados como as algas, cnidários (anémonas e corais), briozoários (animais semelhantes a musgos coloridos), moluscos (gastrópodes e bivalves) e crustáceos (caranguejos e camarões). Ainda nos falta muito trabalho, não só na identificação destes grupos, mas também nos grupos das esponjas, outros cnidários (hidrozoários), tunicados (ascídias) e peixes (análise dos vídeos).</p>
<p>Recentemente juntou-se à equipa o André Ramos, estudante de biologia marinha da Universidade do Algarve, que passa muitas horas por semana em frente aos microscópios e lupas a identificar organismos marinhos.</p>
<p>Apesar de não se terem feito mergulhos de recolha de amostras e de imagens recentemente, o projecto não abrandou!</p>
<p>Para identificar os organismos preservados é preciso estudar em livros técnicos e ficar a conhecer bem a anatomia das espécies através de complicados termos técnicos. Apenas após muitas horas de observação e trabalho se obtém resultados visíveis. Alguns animais podem ser verdadeiramente estranhos, por isso é tão valioso podermos contar com a colaboração de especialistas de diversos grupos taxonómicos neste projecto (ver &#8220;pessoas&#8221;).</p>
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		<title>Primeiro mergulho a 60m!</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 19:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de muitas horas no laboratório e em frente ao computador a identificar as espécies dos mergulhos no Algarve, podemos dizer que já encontrámos gorgónias (coral mole) e nudibrânquios muito interessantes! A ajuda dos especialistas colaboradores do projecto está a ser essencial e os estudos com análise genética que iremos fazer podem ser fundamentais para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muitas horas no laboratório e em frente ao computador a identificar as espécies dos mergulhos no Algarve, podemos dizer que já encontrámos gorgónias (coral mole) e nudibrânquios muito interessantes!</p>
<p>A ajuda dos especialistas colaboradores do projecto está a ser essencial e os estudos com análise genética que iremos fazer podem ser fundamentais para identificar correctamente e tirar dúvidas quanto a algumas espécies, por exemplo quando recolhemos apenas parte de um organismo e não o corpo ou colónia inteiros.</p>
<p>Nesta campanha fizemos os primeiros mergulhos abaixo dos 50 metros (nível Tech 2).  Também fizemos os primeiros levantamentos com SONAR de varrimento lateral e multifeixe, o que nos permite obter informação sobre a natureza do fundo do mar e o relevo com elevada resolução, dados fundamentais para o mapeamento da biodiversidade marinha.</p>
<p>Aqui fica uma amostra em vídeo do que o Deep Reefs observou aos 60 metros de profundidade.</p>
<p>Agradecimentos: Luís Magro (filmagem e edição), Subnauta, todos os mergulhadores e voluntários.</p>
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		<title>Pedra dos 60 metros</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 20:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 18 e 19 de Julho de 2011 visitámos um recife a 60 metros de profundidade, localizado em frente a Portimão, no Algarve. Apesar de a visibilidade não ter permitido fazer fotografias, ainda conseguimos obter algumas imagens de vídeo que nos ajudam a identificar muitas das espécies presentes. No fundo rochoso encontrámos grandes gorgónias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 18 e 19 de Julho de 2011 visitámos um recife a 60 metros de profundidade, localizado em frente a Portimão, no Algarve. Apesar de a visibilidade não ter permitido fazer fotografias, ainda conseguimos obter algumas imagens de vídeo que nos ajudam a identificar muitas das espécies presentes.</p>
<p>No fundo rochoso encontrámos grandes gorgónias que pelo seu tamanho serão muito antigas! Das várias espécies avistadas, as mais abundantes são as <em>Eunicella verrucosa</em> e as <em>Paramuricea clavata</em> amarelas. Algumas espécies ainda não foi possível identificar e com certeza teremos de voltar a este recife para recolher mais algumas amostras que ajudem os taxonomistas a desvendar as espécies que ali habitam.</p>
<p>Como já é bastante profundo e a água tem muitas partículas em suspensão (<em>e. g.</em> plâncton), neste recife a luz solar que chega ao fundo não é suficiente para que as algas façam fotossíntese e por isso o ecossistema está dominado por animais.</p>
<p style="text-align: left;">Durante estes mergulhos observamos ainda o peixe <em>Anthias anthias</em> (nome comum Andorinha) e à superfície a equipa de apoio recebeu a visita de dois velozes golfinhos comuns (<em>Delphinus delphis</em>).<a href="http://www.deepreefs.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_5023.jpg"><br />
</a>Durante esta semana fizemos a primeira campanha de levantamento com SONAR de varrimento lateral e multifeixe em frente a Portimão!</p>
<p style="text-align: left;">Agradecemos o apoio da Subnauta, ENTRADA, projecto MeshAtlantic, e de todos os voluntários que ajudaram nesta campanha!</p>
<p>Nas fotografias abaixo pode ver-se alguns organismos do fundo, a equipa que participou nestes mergulhos, a aquisição de dados dos levantamentos com SONAR a bordo da embarcação do CCMAR e a colocação do SONAR de varrimento lateral na água.</p>
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		</item>
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		<title>Campanha EMAM/PEPC_M@rBis/2011</title>
		<link>http://www.deepreefs.com/campanha-emampepc_mrbis2011/</link>
		<comments>http://www.deepreefs.com/campanha-emampepc_mrbis2011/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 23:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O Deep Reefs esteve nas ilhas Desertas! Mergulhadores da equipa Deep Reefs participaram na inventariação da biodiversidade do programa M@rbis da Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar (EMAM) durante parte da campanha EMAM/PEPC_M@rBis/2011, que estará a decorrer entre 15 de Junho e 25 de Julho. A campanha tem como objectivo principal a inventariação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Deep Reefs esteve nas ilhas Desertas!</p>
<p>Mergulhadores da equipa Deep Reefs participaram na inventariação da biodiversidade do programa M@rbis da Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar (EMAM) durante parte da campanha EMAM/PEPC_M@rBis/2011, que estará a decorrer entre 15 de Junho e 25 de Julho.</p>
<p>A campanha tem como objectivo principal a inventariação e caracterização das espécies e cartografia de habitats nas ilhas Desertas, Porto Santo e ilhéus das Formigas.</p>
<p>Apesar de não se terem feito mergulhos abaixo dos 30 metros de profundidade nesta parte da campanha, foram encontradas algumas espécies mais típicas de zonas fundas, como o coral <span style="text-decoration: underline;"><em>Dendrophyllia ramea</em></span> que se vê na imagem. Este coral foi encontrado solto no fundo e recolhido por biólogos da expedição.</p>
<p>Esta missão decorre a bordo do navio<span style="color: #ff0000;"> <em><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.facebook.com/pages/NTM-Creoula/116238301765135">NTM Creoula</a></span></strong></em></span>.</p>
<p>Saiba mais sobre o M@rbis <a href="http://www.campanhasmarbis.org/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=133&amp;Itemid=127"><span style="color: #ff0000;"><em><strong><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></strong></em></span></a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conheça melhor o projeto Deep Reefs!</title>
		<link>http://www.deepreefs.com/conheca-melhor-o-projeto-deep-reefs/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 13:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia Europeu do Mar, 20 de Maio de 2011, disponibilizamos uma brochura com informação sobre o projecto Deep Reefs numa linguagem simples e apelativa! O download pode ser feito aqui ou no site da Gobius (descargas).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia Europeu do Mar, 20 de Maio de 2011, disponibilizamos uma brochura com informação sobre o projecto Deep Reefs numa linguagem simples e apelativa!</p>
<p>O download pode ser feito <a href="http://www.deepreefs.com/deepreefs.pdf" target="_blank">aqui</a> ou no site da Gobius (descargas).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pedra do Ti Tóino</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 19:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro mergulho de 2011 (30 de Janeiro) foi mais do que o suficiente para motivar toda a equipa do Deep Reefs, mesmo quem não pôde participar: num dia de Inverno que mais parecia Primavera, uma visibilidade fantástica, o mar parado como um espelho e a visita inesperada de um enorme cardume de Corvinas, cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro mergulho de 2011 (30 de Janeiro) foi mais do que o suficiente para motivar toda a equipa do Deep Reefs, mesmo quem não pôde participar: num dia de Inverno que mais parecia Primavera, uma visibilidade fantástica, o mar parado como um espelho e a visita inesperada de um enorme cardume de Corvinas, cada uma com 1 a 2 metros de comprimento!</p>
<p>Este recife com um relevo acentuado é formado por uma &#8220;falésia&#8221; a Sul que dá lugar a uma extensa laje para Norte. O topo da falésia está aos 36 metros e o fundo, já na areia, aos 45 metros de profundidade.</p>
<p>Além de uma enorme diversidade de invertebrados coloridos como esponjas, ascídias, gorgónias, coral mole e anémonas de vários tipos, o fundo está também coberto com algas calcárias (avermelhadas, per<em>tencentes </em>à Divisão<em> Rhodophyta </em>do grego <em>rhodon=</em>rosa<em> + phyton=</em>planta) que para os olhos destreinados se confundem com a própria rocha. A estas profundidades a luz que chega ao fundo não é suficiente para as plantas e maioria das algas que se encontram nas zonas menos profundas do oceano possam fazer a fotossíntese. As algas adaptadas às águas profundas possuem pigmentos fotossintéticos acessórios, para além da clorofila, que as ajudam a aproveitar a pouca luz solar que existe no fundo do oceano (até cerca de 300m, profundidade máxima registada; Castro &amp; Huber 2007).</p>
<p>Neste mergulho o objectivo era fazer o reconhecimento do recife e recolher espécies para análise de genética de populações.</p>
<p>Com um mergulho destes os nossos 30 minutos de fundo passaram num instante e ficou ainda muito por explorar!</p>
<p>No dia 6 de Fevereiro tentámos voltar à Pedra do Ti Tóino para terminar o trabalho mas o vento que se levantou não permitiu condições de segurança para os mergulhadores e o mergulho teve de ser cancelado, relembrando-nos que apesar do sol, no Mar ainda é Inverno!</p>
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		<title>Primeiros mergulhos de 2011</title>
		<link>http://www.deepreefs.com/primeiros-mergulhos-de-2011/</link>
		<comments>http://www.deepreefs.com/primeiros-mergulhos-de-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 13:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Após uma tentativa frustrada de mergulhar no dia 26 de Dezembro de 2010 (condições meteorológicas muito severas), os mergulhadores do Deep Reefs reuniram-se novamente na semana passada em Sesimbra (22 e 23 de Janeiro de 2011): uma equipa com RB80 e outra com equipamento Tech1 (bis de 12L com trimix e uma S80 com EAN50). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma tentativa frustrada de mergulhar no dia 26 de Dezembro de 2010 (condições meteorológicas muito severas), os mergulhadores do Deep Reefs reuniram-se novamente na semana passada em Sesimbra (22 e 23 de Janeiro de 2011): uma equipa com RB80 e outra com equipamento Tech1 (bis de 12L com trimix e uma S80 com EAN50). O alvo era um recife rochoso localizado perto do Cabo Espichel, com 45 m de profundidade máxima.</p>
<p>O objectivo era realizar três transectos de vídeo e recolher amostras de alguns animais, tais como corais, gorgónias, esponjas e outros invertebrados para estudos genéticos sobre a conectividade dos recifes. Estamos também a estudar formas de melhorar as metodologias de mergulho científico profundo. Uma das nossas tarefas é testar se o uso de rebreathers tem alguma influência no comportamento dos peixes. Todos os mergulhadores têm a ideia geral de que as bolhas assustam alguns peixes, mas fazem outros tão curiosos que se aproximam muito de nós. Queremos descobrir se assim é!</p>
<p>Depois de um briefing para resolver os detalhes de amostragem a equipa continuou, contra as duras condições de Inverno. Com os equipamentos pesados que cada mergulhador leva (garrafas, câmaras de vídeo e / ou equipamento de amostragem) se a corrente é muito forte pode comprometer a segurança do mergulho, já que a natação pode tornar-se muito difícil. Com rajadas de vento em torno de 40 nós (cerca de 74 km / h), a corrente de superfície era tão forte no Sábado (22 de Janeiro), que, infelizmente, a equipa teve que cancelar o mergulho! No Domingo a equipa dos rebreathers fez uma nova tentativa, mas mais uma vez ganhou o Inverno!</p>
<p>No próximo fim de semana haverá mais mergulho Deep Reefs em Sesimbra e alguns dos mergulhadores da ENTRADA / Deep Reefs estarão presentes na reunião LusoTek em Lisboa!</p>
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		<title>Parque Marinho Professor Luiz Saldanha</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 16:42:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira campanha do Deep Reefs foi no Parque Marinho Professor Luiz Saldanha, localizado no sítio Arrábida-Espichel, que faz parte do Parque Natural da Arrábida (http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT/Artigos/Files/Parque+Marinho.htm). Além do elevado valor estético das suas paisagens, apresenta grande biodiversidade, com mais de 1000 espécies registadas. O fundo rochoso alternado com zonas de areia abriga numerosas espécies animais e vegetais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira campanha do Deep Reefs foi no Parque Marinho Professor Luiz Saldanha, localizado no sítio Arrábida-Espichel, que faz parte do Parque Natural da Arrábida (<a href="http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT/Artigos/Files/Parque+Marinho.htm?res=1280x800">http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT/Artigos/Files/Parque+Marinho.htm</a>).</p>
<p>Além do elevado valor estético das suas paisagens, apresenta grande biodiversidade, com mais de 1000 espécies registadas. O fundo rochoso alternado com zonas de areia abriga numerosas espécies animais e vegetais. Esta riqueza é reconhecida a nível europeu. Em todo o Parque Marinho existem habitats classificados e protegidos por leis internacionais, como a Directiva Habitats: Habitat 1110 &#8211; Bancos de areia permanentemente cobertos por água do mar, 1170 &#8211; Recifes e 8330 &#8211; Grutas marinhas submersas ou parcialmente submersas (ver no nosso blog &#8220;Exploração de Gruta&#8221;).</p>
<p>Os recifes rochosos podem ter origem biogénica ou geogénica, e estender-se a profundidades variáveis, desde a linha de costa. Podem ser formados por plataformas contínuas ou apresentar-se na forma de blocos isolados por areia ou lodo. Os recifes costeiros não só concentram  maior parte da vida que ocorre no mar, como deles dependem organismos do oceano aberto para fases importantes dos seus ciclos de vida, como reprodução e crescimento de juvenis.</p>
<p>A costa da Arrábida localiza-se na grande área metropolitana de Lisboa e perto do estuário do Sado. Apresenta elevada procura de vários sectores ligados ao mar, desde actividades náuticas de lazer a actividades extractivas como a pesca e a apanha de moluscos e crustáceos.</p>
<p>As variadas solicitações e pressões humanas que esta área tem levou a alguns conflitos dessas actividades com os valores naturais e à necessidade de as regulamentar e proteger. Por isso a área foi incluída no Parque Natural em 1998.</p>
<p>Na primeira campanha de mapeamento do Deep Reefs descobrimos uma área com uma das maiores densidades de gorgónias observada até agora no Parque Marinho. Aqui existem muitas gorgónias de pequenas dimensões, todas muito juntas, o que significa que desde que o plano de ordenamento do Parque Marinho entrou em vigor (2005), estes organismos que vivem agarrados ao fundo têm recuperado!</p>
<p><a href="http://www.deepreefs.com/wp-content/uploads/2010/11/Cópia-de-Picture4-Cópia.jpg"></a></p>
<p>Os Parques Marinhos, e outras formas legais de protecção dos oceanos, são fundamentais para a conservação da biodiversidade marinha pois constituem zonas de abrigo onde espécies exploradas podem reproduzir-se e crescer sem serem tão intensamente perturbadas.</p>
<p>Aqui fica um link para ver o resumo do seminário sobre o alargamento da Rede Natura 2000 ao meio marinho, realizado em Junho de 2010 em Itália, no qual o ICNB e algumas ONG portuguesas participaram: <a href="http://www.sciaena.org/index.php?id=64">http://www.sciaena.org/index.php?id=64</a></p>
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